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segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Aprender a Compreender, isto é Formação Política.


"Aprender a compreender a realidade de um mundo desigual.
Entender a História.
Lutar por mudanças.
Sonhar com justiça.
Derrotar a miséria.
Vencer a excludência.
Aprender a compreender a força da Educação para uma nova rota de desenvolvimento social e humano".


O PHS está reeditando sua Formação Política.
À formação política de um partido, cabe a missão de viabilizar o processo aprendizagem- compreensão, que forma uma militância capaz de interagir e influenciar na sua comunidade.
Só com a compreensão clara da realidade social, se poderá por em prática a proposta tão bem operacionalizada no MODO PHS DE GOVERNAR.
Temos um arcaboço teórico excelente, alicerçado nos princípios de participação e transparência.
O que precisamos alterar no PHS? Basicamente a Gestão e a Formação Política do partido.
Estamos no momento de arrumar a casa.
É preciso que estejamos bem focados; não podemos deixar passar esta oportunidade: Gestão e Formação Política, binômio que é o nosso grande desafio.
Sem gestão (e isto exige competência), a formação política não floresce.
Sem formação política não há conscientização e envolvimento.
A coragem e a generosidade devem se dar as mãos no agora, mas algo tem que mudar para que o nosso partido possa avançar.

vera britto



quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Momento Inatingível

Quem me dera
ser leal, discreta e silenciosa
como minha sombra.

Fui até onde pude. Disse de minhas certezas em meio de tantas incertezas. Não convenci e perdi por uma quase unanimidade... sei que tentei e sei também que devo entrar como PARTE, porque já há um cansaço natural, de gente que se acha dona do partido e que entra sempre como TODO.
Há momentos em que as circunstâncias são tão adversas, que fica difícil um discurso de paz.
Tudo se complica para mim, porque identifico que as ações de cada um têm fulcro, não no desejo mesquinho de retaliação, de revanche, não. Há algo maior no ar: o salvar a si mesmo , salvando sua idealização, hoje um verdadeiro motivo de vida: o PHS.
Me identifico em propósitos, sou capturada por uma estratégia que não é a minha, mas que é uma forma de resistência, um comportamento marcado pelo medo, de amanhã ser tarde demais.
Mesmo dividida acompanho a maioria, é uma força nova, são lideranças imperdíveis, quero estar junto ... .Vejo o alvorecer de um dia novo, de um dia de sol após a tempestade.
É um grupo de militantes que querem crescer com o partido e trazem consigo a vontade de trabalhar na busca de uma identidade partidária, cada vez maior.
Almejo que haja uma boa compreensão das cúpulas partidárias, para com aqueles que não aguentam mais conviver com a prepotência, a ausência de participação e as melancólicas atitudes de desrespeito, mesmo após novas normas já anunciadas pela CEN. O atropelo dos últimos dias para tentar garantir o poder, é um grande incentivo a toda esta reação que aí está.
Em meio a tudo isso, uma unanimidade: Phellipe Guedon.
VeraBritto


Escuridão Total

A noite estava tão escura,
Tão sem um ponto de luz,
tão noite,
que cheguei a me angustiar,
apesar do amor profundo que sempre tive à noite...

Foi quando ela me segredou:
quanto mais noite é a noite,
mais bela costuma ser
a aurora
que ela carrega no seio!
Mil Razões para Viver
de D. Hélder Câmara

domingo, 14 de novembro de 2010

"Não te iludas. A nada e a ninguém serás fiel se pecares contra a fidelidade em face de ti mesmo."


Esta frase me pegou em cheio e resolvi expressar minha opinião, neste momento, tão importante do partido político onde venho militando desde 2007.

Partirei das seguintes premissas:
1a. A última eleição foi traumática para o PHS. Isto foi sentido da cúpula aos filiados.
2a. O PHS tem hoje um quadro de militantes mais politizados, que pensam o partido e que o pressionam para dar um salto de qualidade em seus quadros dirigentes.
3a. A conscientização não convive com a manipulação, o autoritarismo e falta de transparência, como alternativas à uma fraca liderança e ao despreparo político.
4a. A cúpula partidária, principalmente, a direção do IPHS teve a sensibilidade de perceber o descarrilhar gradual do partido, principalmente no RJ. O desrespeito ao Estatuto expresso, principalmente, no ato do plebiscito, fez com que houvesse uma reação construtiva de recondução do partido à suas origens e mais foi levado a efeito um planejamento minucioso visando as eleições 2012. Assim constituiu-se o grupo de trabalho das 6as. feiras de reflexão em Petrópolis. Um projeto aberto a todos.
5a.A CEN, logo após as eleições, decidiu por um choque de gestão em todas as regionais, com objetivos claros: Eliminar a idéia de que o partido tem feudos e consequentemente senhores feudais, isto foi dito , com toda clareza por Phellipe Guedon no informativo. As normas de funcionamento das instâncias partidárias vinham sendo, repetidamente, desrespeitadas e a formação política negligenciada.
Portanto, me parece que a CEN acertou ao determinar as intervenções, para que fosse preservada a unidade partidária em todo Território Nacional.
6a.Desta perspectiva, há duas situações distintas a se considerar e que a cada uma seja dado o tratamento adequado: uma é o mau funcionamento de uma regional implicando em prejuízos eleitorais e na estagnação do partido. A causa são deficiências a serem corrigidas com o apoio e acompanhamento sistemático da instância superior- Não há dolo. A outra poderá implicar em conduta dolosa e assim por isso mesmo capaz de provoca forte reação da militância, quando esta acredita naquilo que preconiza as idéias partidárias. Daí surgem as denúncias, que deverão serem apuradas, podendo se confirmarem ou não.
Isto posto, gostaria de fazer algumas considerações, dirigidas aos meus companheiros da regional RJ, disponibilizando, desde já, os espaços de comentários para quem desejar se expressar.
Na minha visão, Phellipe Guedon embora generoso, não vai abrir mão do seu sonho: Quer que o PHS prossiga dentro de seus princípios éticos, filosóficos e doutrinários.
Disto me vem a certeza de que o processo de intervenção no RJ será muito bem monitorado. Os interventores usarão de uma metodologia. que lhes permitirá uma verificação acurada dos fatos. Certamente, haverão relatórios a serem emitidos regularmente e assim pouco a pouco se irá desenhando o quadro dos acontecimentos que culminaram com a intervenção.
As pessoas apontadas no site do PHS em 08/11/2010 , como interventores no RJ: Nelita Rocha e Marcus Curvelo são competentes, sérias e confiáveis.
Estive silente até agora, mas venho acompanhando par e passo os acontecimentos confiante nas acertivas que virão.
Algo, entretanto, me parece um grande equívoco, capaz de comprometer o trabalho da comissão, e aí estou alinhada ao posicionamento de um grande no. de ex-candidatos, de membros da própria executiva, de militantes e filiados: A indicação do coordenador político da regional para presidente da comissão interventora.
Não tenho como desconsiderar as razões dos descontentes . Todos comungam na insatisfação de tal indicação.
Por mais que os mesmos acreditem na intenção de uma apuração com lisura, estão experenciando como afronta e escárnio a indicação daquele que no entender geral é o maior responsável pela má condução do processo político eleitoral no RJ, tão prejudicial a todos. Como agravante, considere-se o fato de no dia 08/11 o nome do mesmo não constar entre os interventores.
Não me restam argumentos que contradigam os sentimentos de todo grupo, porque a presença do coordenador político na presidência dos trabalhos inibiria o clima de uma total liberdade de apuração das denúncias elencadas.
Acreditamos que somente pessoas, absolutamente, isentas de envolvimento com os fatos apontados como irregularidades, poderiam vir a integrar a comissão de intervenção, pois, a própria Constituição preconiza que ninguém é obrigado a produzir provas contra si mesmo.
Aliás, por uma questão de auto-respeito e decência, qualquer pessoa que pudesse ser vista como não isenta, por si só, deveria recusar tal indicação, no mínimo para poupar de constrangimento os interventores previamente qualificados.
Tenho dito.
verabritto

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Enriquecendo em conhecimento....

Meus amigos
Resumi em algumas perguntas a minha própria inquietação, face à realidade social que aí está.
Gostaria de uma troca com você que acompanha este blog...
Essa troca se expressaria em uma resposta às perguntas abaixo, que você considere mais pertinentes:

-O que é um partido político?
- Quando pode com propriedade um Partido Político se dizer democrático?
- Para que existem os partidos políticos?
- Qual a dinâmica interna que pode tornar um PP mais coeso internamente e mais eficiente, em suas ações junto a sociedade?
- Qual a importância de uma militância consciente?
-Qual a estrutura interna ideal a um partido político democrático?
- Como você resumiria as qualidades necessárias a um dirigente político? E dependendo da área e instância que pretenda atuar, que corpo de conhecimentos deveriam fazer parte de sua
formação?
- Como você percebe que um partido está identificado com a realidade social e nela poderá atuar de forma eficaz e eficiente?
- Como se pode preparar o militante de um partido para o seu papel de agente político social em sua comunidade? Como identificar e instrumentalizar líderes multiplicadores, que irão se aproximar dos líderes naturais comunitários?
- Como um dirigente deve atuar, para sem cooptar, aumentar a filiação partidária?
- O que faz uma militância ser mais ou menos ativa?
- Como a formação política pode preparar militantes, para bem exercerem seu trabalho de conscientização e de divulgação do seu partido?
- Você acha importante que um partido exponha, de forma clara, àquele que nele ingresse, qual o seu projeto político de poder e no que difere de outros?
- No seu entendimento um partido pode crescer mantendo-se ético e fiel às suas propostas mais legítimas?

Desde já agradeço sua participação.
VeraBritto

email: verabritto@hotmail.com

Que PHS queremos construir?


No dia 5 de novembro, reuniram-se em Petrópolis, sob a batuta de Phellipe Guedon, membros do PHS do RJ, Petrópolis, Minas Gerais, São Paulo e de Brasília. Desta feita, o objetivo foi o de repensar a Formação Política do Partido.
Buscamos chegar às eleições de 2012 com candidatos politicamente preparados, para apresentar à sociedade o PHS como uma alternativa de poder.
O esforço inicial deverá recair sobre os pretensos candidatos a cargos majoritários, dotando-os de instrumentos eficazes para o seu trabalho junto aos eleitores. É algo inédito , neste partido, a integração de pré-candidatos num trabalho marcado pelo profissionalismo, expresso numa linguagem política e com o uso de meios adequados e eficientes para que se atinja os resultados desejados- nada de amadorismos. Mas só queremos candidatos afinados com nossas propostas e comprometidos com o partido, o que será um compromisso, previamente, firmado entre partes.
O IPHS tomou as rédeas da condução deste processo.
Paralelamente, todo o partido estará envolvido numa nova perspectiva de formação com participação. Os cursos de formação serão reestruturados, a partir das idéias enriquecedoras daqueles que se disponibilizaram a participar e contribuir com sua experiência e formação. O que é marcante em cada um dos participantes é a sua vivência política.
Existe um consenso sobre a necessidade de formar e preparar uma militância através de uma metodologia que provoque o envolvimento e a conscientização de outras pessoas- pedra de toque deste novo momento partidário.
Em virtude dos processos internos, que ocorrerão nas regionais de agora até janeiro, nossos encontros estarão suspensos, mas continuaremos desenvolvendo nossas tarefas individuais, até o primeiro mês de 2011.
Acreditamos que estamos no rumo certo. O ano de 2011 será de grande importância e realizações para o PHS.
Todos estão convocados a se integrarem na mudança em curso, mas a tentativa de estagnar o processo não será de bom alvitre.
E mais uma vez, não posso deixar de registrar a liderança democrática de Phellipe Guedon, a sua determinação, aliada ao grande sentimento de generosidade que lhe torna uma pessoa humana muito especial.
Mãos a obra minha gente, o PHS depende do esforço e da boa vontade de cada um de seus membros.
Sempre estarei por aqui contando as novidades. Um partido trabalha às claras, não há segredos neste esforço que não se possa partilhar e muito menos um grupo fechado e excludente.
Vera Britto

Email: verabritto@hotmail.com

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Nota de Pesar

Hoje dia 8 de novembro de 2010, este blog registra com pesar o falecimento do Padre Fernando Bastos de Ávila, membro da ABL e ex-Reitor da PUC/RJ.
Sua Obra inspirou Phellipe Guédon na criação do nosso PHS e é sem dúvida um66 eloquente manifesto de fé cristã nos destinos da pessoa humana.

VeraBritto

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Diploma Mulher-Cidadã Leolinda de Figueiredo Daltro 8ª Edição / 2011

A Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro realizará a oitava edição do Diploma Mulher-Cidadã Leolinda de Figueiredo Daltro, em março de 2011. A premiação homenageia dez mulheres, no estado do Rio de Janeiro, que tenham oferecido contribuição relevante em defesa dos direitos da mulher e questões de gênero.

De acordo com a Resolução nº 233 de 2003, de iniciativa da deputada Inês Pandeló, o Diploma é conferido anualmente, em sessão especial, durante as atividades do Dia Internacional da Mulher, e agraciará mulheres de diferentes áreas de atuação.

A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Alerj recebe até o dia 30 de novembro de 2010 as indicações de nomes ao Diploma Mulher-Cidadã Leolinda de Figueiredo Daltro.

Entidades, governamentais ou não-governamentais, que desenvolvam atividades relacionadas à promoção e valorização da mulher, poderão apresentar a indicação de um nome. As indicações das candidatas ao Diploma deverão ser encaminhadas à Presidência da Comissão de Defesa dos Direitos das Mulheres da ALERJ, acompanhadas do respectivo curriculum vitae e de justificativa, até dia 30 de novembro de 2010.

Mais informações:


Presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da ALERJ
Deputada Inês Pandeló
Telefone: (21) 2588-1241
Fax: (21) 2588-1601
Endereço eletrônico: cddm@alerj.rj.gov.br
Rua Dom Manoel, s/nº - gabinete 202 - Prédio Anexo
Centro - Rio de Janeiro - RJ - Cep: 20010-090