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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Companheiros do PHS



"PECAR PELO SILÊNCIO, QUANDO SE DEVE PROTESTAR,

TRANSFORMA HOMENS EM COVARDES".


Abraham Lincoln

domingo, 30 de janeiro de 2011

Carta de Volta Redonda

Enquanto o PHS passa por uma crise, sob a liderança de Sérgio Boechat e Giovani Miguez, o partido em Volta Redonda segue sua luta para posicionar-se como alternativa política em 2012.

Leiam trecho da "Carta de Volta Redonda" - um posicionamento oficial do partido sobre a sucessão do altual prefeito:

"O PHS – Partido Humanista da Solidariedade – está passando por profundas mudanças na Cidade do Aço. Mudando para melhor! Queremos construir um Partido diferente e não ser apenas mais um no contexto político da cidade. Queremos um Partido inserido na comunidade, que funcione 365 dias por ano, que dê ênfase à formação política dos seus militantes e ao comprometimento com o Programa e com o Estatuto do Partido. Não buscamos quantidade, mas qualidade e por isso mesmo buscamos quem tenha uma história de vida irretocável para se juntar a nós nesta missão. O PHS está repensando Volta Redonda, conversando com representantes de todos os segmentos sociais e com base nestes contatos, formulando as suas propostas para serem discutidas com os sindicatos, com os movimentos sociais, com as Igrejas, com as Associações de Moradores, com os empresários, com os estudantes, com lideranças comunitárias, com os comerciantes, com os meios de comunicação e com outras instituições e outros Partidos que compartilhem conosco as mesmas preocupações..." 

CRISE NO PHS - CARTA DE PHELIPE GUEDON

Petrópolis, 29 de janeiro de 2.011

Prezado Companheiro, prezada Companheira,

Peço permissão para terminar a análise do Estatuto votado em São Luís do Maranhão há uma semana, e que chamarei aqui de Estatuto do “PHS de SL”, para não cair na tentação de chamá-lo de Estatuto da Vergonha.
Penso já ter ficado clara a mecânica do que ocorreu em São Luís em matéria de Estatuto:

1 – o Presidente pediu ao Consultor Jurídico que fizesse uma releitura jurídica do Estatuto, redigido, em sua quase totalidade por pessoas sem maior cultura na área;

2 – O Presidente anunciou que pediria a inclusão de uma ou duas pequenas alterações adicionais, como o fim da proibição de acúmulo de cargos em Executivas Regionais e Municipais e a Nacional;

3 – O rascunho do projeto não foi mostrado a ninguém, por determinação de pessoa incerta e não-sabida. Eu fui um dos que pediu e não viu, e sei que minha filha Sílvia foi outra que solicitou por mensagem escrita e viu negada a sua justa pretensão de membro da CEN;

4 – Em plena Convenção, o Presidente colocou o tema da revisão estatutária em pauta, reconheceu que ninguém tivera o ensejo de avistar o projeto, nem de perto nem de longe, e acrescentou que ele mesmo só recebera o documento na véspera à noite e o desconhecia como todos os demais presentes. O que era um inédito caso de escolha entre a mais absoluta irresponsabilidade, ou o mais refinado dos estratagemas. Respeito demais a inteligência alheia para não descartar a irresponsabilidade: tratava-se de caso pensado, e de texto de pleno conhecimento do Presidente;

5 – Caso assim não fosse, e verificado, logo nas primeiras linhas quando se tentou amputar a subsidiariedade dos princípios básicos e irremovíveis, que não se tratava de mera revisão de conceitos jurídicos, mas de troca do miolo todo do Partido, o Presidente teria usado do microfone para dizer: “Vamos parar, não é por aí, desculpem. Divulgarei o texto nos sites e no Informativo e voltaremos ao assunto na próxima Convenção. Peço desculpas pelo equívoco que alguém cometeu, desviando da intenção que anunciei e entrando por áreas que não são da competência do mais capaz dos Consultores Jurídicos”. Mas o Presidente calou, não se surpreendeu e seguiu em frente.

6 – Sem nenhuma reflexão prévia por parte dos Convencionais, sem sequer a realização da tradicional CEN da véspera ou da manhã, e deixando ao léu 103.000 pessoas que entraram num Partido e foram tocados para outro sem desconfiarem do feio ato, em menos de três horas o PHS virara PHS de SL. Quem devia estar no segredo, pois ficou na sua, os que foram pegos de surpresa não acreditaram no que ouviam e viam, ofuscados pela imagem de um Presidente até então digno de absoluto respeito. E muito obrigado a todos, les jeux sont faits, rien ne va plus.

7 – Na segunda feira, 24, depois do almoço, recebi a ata alinhavada por e-mail, com o pedido do presidente para dar uma revisão. Antes de “rolada” a primeira página, o meu mundo partidário havia sido modificado de alto a baixo, não pela primeira vez, mas com uma brutalidade e uma desfaçatez inéditas. O que eu tinha que dizer, com a educação de que soube usar, escrevi-o ao Presidente e ao Consultor Jurídico. Sem reação, no dia seguinte de madrugada, completei o raciocínio. Recebi um e-mail do Presidente, que deixava de lado o imenso alho universal da bomba H que ele acabara de detonar, para me falar de um bugalinho periférico e sem qualquer importância.

8 – Diante do jogo jogado, era a minha obrigação de quase-octogenário, gringo assumido e possivelmente em pleno processo de senilidade, ir à luta (reconheço logo as minhas “fraquezas” para poupar trabalho às boas almas que acabam de descobrir que sou maír e que sou idoso, e que me acusam desses dois feios defeitos. E em particular ao Sr. Presidente do Conselho Nacional de Ética que faz questão de inviabilizar-se como Presidente e como Conselheiro, pois declara, antes que alguém lhe submeta a questão, quem ele entende estar com a razão, por mero acaso o seu provedor de facilidades... Que varada n’água! Perdemos um membro operoso do Conselho Nacional de Ética, impedido doravante sempre que a questão tratar de assuntos nacionais do PHS...). Olhem para seus avôs e me digam se muitos estão ansiosos para saírem de seus cuidados para fazerem campanha antecipada por um (ou uma, como consta das peças distribuídas) candidato à Presidência do Partido. Se lhes diverte xingar e maldizer as minorias, a mim não incomoda; o que me incomoda, é o estupro cometido sobre nosso indefeso Estatuto, em São Luís do Maranhão.

9 – A seguir, vou lhes detalhar de que se tratava na “revisão jurídica com uma ou duas pequenas alterações”, que o Presidente impôs a um Partido mantido alheio ao assunto, e para Convencionais de exceção, eis que estávamos em meio a 27 intervenções regionais, os deputados federais estavam em fim de mandato e foram mantidos alijados (só um compareceu, mas nenhum fez objeto das benesses seletivas), a cidade-sede era convenientemente de difícil e caro acesso para os sem-prestígio, e foi vedado o prévio conhecimento da mudança radical de Estatuto a todos e todas, salvo o seletíssimo (sob o critério do número) grupo que conduzia a espertíssima (sou isento, não?) manobra, baseada no torpor dos confiantes.

Clique no link e leias os comentários de Guedon sobre a Reforma do Estatuto...


sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

AOS MEUS COMPANHEIROS DE PARTIDO


Hoje, refletindo sobre o momento que estamos vivendo em nossa instituição partidária, decidi postar este pensamento, de autoria de Charles Chaplin:


"Não devemos ter medo do confronto... até os planetas se chocam e do caos nascem as estrelas."

verabritto

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

PHS em coligação com o PR em Mangaratiba para eleger Capixaba.

O PHS APOIA CAPIXABA EM MANGARATIBA.
Quando, onde e por quem isto foi decidido?
E nos outros municípios, o que está acontecendo? Quem está coordenando estas coligações?
Nada pessoal, nada contra este ou aquele candidato, este ou aquele partido, só quero como os demais militantes entender como isto aconteceu.
E só uma questão de acabar com este tipo de comportamento deletério e pernicioso dentro do partido. Tudo hermético. O PHS NÃO TEM DONO!
Quantos choques de gestão ainda haverão de acontecer para que os dirigentes regionais e municipais entendam que a conduta esperada e exigida pela cúpula partidária e pelos militantes não é essa: um dirigente ou mandatário decidindo os destinos do PHS nas eleições, de forma isolada e sem a menor coerência?
Alguém poderia explicar o que está acontecendo aqui no Estado do RJ?
As coligações são do conhecimento de P. Guédon, Paulo Roberto e Nelita Rocha? E o Sr.Marcus Curvelo foi ouvido, respeitando-se a função que exerce no momento?
Que partido pode abrir mão, neste processo eleitoral tão competitivo, da participação de seus militantes? Vejam só: entre 1989 e 1997, vivi mais no Município de Mangaratiba do que no Município do RJ. Tive casa no Condomínio Sítio Bom( Mangaratiba) até 2007.
Acostumados a uma vida de trabalho e recém aposentados, eu e meu marido nos dedicamos a atividades voluntárias no condomínio e assim muito contribuímos para um boa convivência entre antigos e novos moradores, entre funcionários, suas famílias, filhos da terra e os recém chegados proprietários da área.Fizemos amigos por todo lado, no centro da cidade, conhecíamos o prefeito e sua família, os comerciantes e os moradores, principalmente, os que, conscientemente, defendiam a preservação do patrimônio histórico cultural da cidade.
Formamos um bloco carnavalesco e promovemos a primeira queima de fogos da Costa Verde no Reveillon. Tínhamos amigos até nas fazendas Ingaíba e Batatal.
Embora me quizessem fazer vereadora por Mangaratiba e certamente seria eleita ( 2000 votos), eu não tinha objetivo político. Mas, se me fosse permitido antever o futuro teria aceito. Com certeza, Mangaratiba não teria sido tão espoliada pelos inescrupulosos governantes que se sucederam na Prefeitura.
Este relato é uma forma de dizer O PHS PERDE QUANDO NÃO INTEGRA OS SEUS MILITANTES EM SUAS DECISÕES POLÍTICAS.
Há algum tempo atrás, me propus a passar mais tempo em Mangaratiba e estruturar a Municipal do PHS. À época expus ao dirigente regional que teria pessoas íntegras e competentes capazes de fazer do PHS uma boa opção política para o município, mas não consideraram minha proposta.
Há uns 15 dias recebi um convite para o lançamento da campanha à prefeitura do candidato Capixaba( PR), coligado com o PHS. Conheci o pai deste candidato, prefeito da cidade há 20 anos atrás.
Mas volto ao PHS e pergunto: COMO? DESDE QUANDO? COMO ISSO FOI DECIDIDO E POR QUEM?
A CAMPANHA ESTÁ NAS RUAS. CAPIXABA COM O PHS E O PR. Propaganda política em out-doors por todo o lado. José Luiz , o Zé do Posto, seu oponente, é o candidato do PMDB.
Só quero entender: o PHS no RJ não apoiou o PMDB? Mudou de lado? Esqueceram de avisar aos militantes?
Neste momento gostaria que alguém esclarecesse: Tá valendo esta coligação? Houve convenção? Onde e quando foi realizada? Quem participou? Foi publicada a ata desta convenção?
Guardo a esperança de receber respostas aos questionamentos aqui formulados, pela relevância dos mesmos.
Vera Britto

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Bispo recusa comenda no Senado em protesto contra aumento de salários

D. Manuel Edmilson da Cruz receberia a comenda de Direitos Humanos D. Hélder Câmara

Rosa Costa, da Agência Estado

Em protesto contra o reajuste de 62% que os parlamentares concederam aos seus próprios salários, o bispo emérito de Limoeiro do Norte, do Ceará, D. Manuel Edmilson da Cruz, recusou a comenda de Direitos Humanos D.Hélder Câmara, que este ano foi conferido pelo Senado, pela primeira vez.

Ao falar no plenário, na sessão de entrega da comenda, o religioso lamentou que o Congresso tenha aprovado aumento para seus próprios salários, com efeito cascata nos vencimentos de outras autoridades, enquanto os trabalhadores no transporte coletivo de Fortaleza mal conseguiram 6% de reajuste, em recente reivindicação trabalhista.

Segundo o bispo, enquanto o Congresso premia a si próprio, as aposentadorias estão reduzidas e o salário mínimo cresce "em ritmo de lesma". "Só me resta uma atitude: recusá-la (a comenda). Ela é um atentado, uma afronta ao povo brasileiro, ao cidadão, ao contribuinte, para o bem de todos com o suor no seu rosto e a dignidade no seu trabalho", disse. Para D.Manuel, o deputado e o senador que aprovaram o reajuste "não é parlamentar. É para lamentar". O bispo foi um dos cinco contemplados pela comenda D.Helder Câmara.

Fonte: Estadão